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Cáceres tem vida social discreta em prol do trabalho no Flamengo


Há dois meses no Rio de Janeiro, paraguaio ainda não foi à praia. Volante rubro-negro é caseiro e avesso à badalação


Especial Cáceres (Foto: Alexandre Loureiro)Cáceres escolheu um condomínio localizado em frente à Praia da Barra da Tijuca para morar. 

Do 13º andar, em seu apartamento, porém, não há uma vista panorâmica da orla. Fato, talvez, irrelevante para o paraguaio até o momento. 

O discreto reforço do Flamengo é caseiro e, assim como o camisa 10 rival de logo mais, alterna uma rotina no Rio de Janeiro entre treinamentos e os cuidados com a família.

Pai de Victor Emanuel, de três anos, ele aguarda ao lado da esposa Marta Jazmin o nascimento de Mathias Javier Cáceres para o próximo mês. E o segundo filho será carioca.

– Eu quero estar com a minha senhora em um momento tão importante para a nossa família. Por isso ele vai nascer aqui – contou.

O camisa 14 rubro-negro jura que, mesmo há dois meses no Rio, ainda não foi à praia. O programa preferido do volante é outro:

– Não gosto muito de sair de casa. Nas horas vagas, meu passatempo predileto é ir ao shopping perto daqui com minha família.

Vida social discreta que tem um motivo especial. O Flamengo é apenas o segundo clube profissional na carreira de Cáceres. Foram sete anos e meio no Libertad, do Paraguai.

 Apesar da gratidão ao clube que o revelou e possibilitou a chegada à seleção, o jogador almejava um objetivo mais grandioso. Desejo que se concretizou depois que fechou com o Flamengo e justifica a disciplina e a vida longe dos holofotes.

– Sempre sonhei jogar no exterior, mas isso demorou a ser concretizado porque o Libertad exigia muito dinheiro. E agora alcancei um dos meus objetivos – comentou.

Volante quer a camisa de Seedorf
Dorival Júnior não adiantou se Cáceres será o marcador de Seedorf no jogo da tarde de hoje no Engenhão. Seja ele ou não a sombra do meia do Botafogo no confronto, o volante paraguaio minimizou a rivalidade das quatro linhas e enalteceu o astro do Glorioso, levantando a possibilidade de pedir a camisa 10 do adversário:

– Eu assistia Seedorf pela televisão quando ele jogava pelo Milan. Eu falava ‘que bom jogador.’ Nunca imaginei que um dia iria jogar contra ele. É um ídolo em nível mundial. Se trocarmos a camisa será muito bom.

Se Seedorf conhece a fundo ou não o provável marcador dele, Dorival Júnior precisou de pouco tempo para efetivar Cáceres e apontar a regularidade do volante como o sucesso pelas primeiras boas atuações com a camisa do Flamengo.

– É um jogador confiável. Não será o principal, mas também não irá comprometer. É disciplinado e isso ajuda – disse Dorival.

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