O time do Flamengo é o mesmo desde o início da Taça Guanabara, mas o desempenho caiu muito. Se no primeiro turno a produtividade foi de 92%, o máximo possível para a Taça Rio é de 76%.

Sem poder trazer reforços, o técnico Jorginho tenta convencer a diretoria a tornar rotineira a presença do “coaching” Lulinha Tavares, que deu palestra para o grupo.
O diretor Paulo Pelaipe descarta uma contratação para um trabalho de longo prazo neste momento, mas admite novas visitas.
- Esporadicamente ele pode vir. Mas não vamos contratá-lo agora. Os psicólogos somos eu e o Wallim – brincou, citando o nome do vice-presidente de futebol.
Dentro de campo, os jogadores não sabem explicar o motivo da queda. Mas tem noção de que as três partidas sem vitória aumentaram a pressão por resultado.
- Restam cinco jogos, precisamos atingir no mínimo 14 pontos, para conseguir o objetivo que é classificar. Preocupa – disse Cleber Santana, meia que pode dar lugar a Carlos Eduardo no jogo de amanhã, contra o Bangu, em Volta Redonda.
Tanto Carlos Eduardo como Rodolfo têm condições de jogo. O primeiro se recuperou de uma gripe, e o segundo está regularizado depois de assinar novo contrato.
Quem não deve perder vaga no time é Amaral. Opção de Jorginho contra o Boavista, o volante deu a receita para a equipe voltar a vencer e agradar o chefe como ele.
- Ele gosta que o jogador esteja ligado sempre em 220 volts. Eu estou pronto sempre. Podem esperar um Flamengo mais forte – disse.